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Cristianismo vs Outras Religiões

Por que o Cristianismo e não outras religiões?

Antes de mais, o objetivo não é estabelecer a melhor crença ou uma hierarquia entre elas. Cada ponto visa compreender o que distingue essencialmente a crença cristã das demais crenças.

Veja bem, pesquisam estimam que existam entre seis a doze grandes religiões mundiais.
Dentre todas, o Cristianismo destaca-se sendo a maior em número de fiéis, com cerca de 2,6 bilhões de seguidores.

Diante de tamanha diversidade: Islâmica, Hinduísta, Budista, Sikhista, Judaica, Espiritista, entre outras. Torna-se legítimo questionar: o que o Cristianismo afirma que nenhuma outra crença ousa afirmar?

Por que Jesus e não Buda ou Maomé?
Paralelamente, por que o Deus que se revela na Bíblia e não as múltiplas divindades que atravessam mitologias, culturas e milênios?

Além disso, se partirmos da premissa de que o homem pode inventar uma crença, o que prova que o Cristianismo seja verdadeiro e não inventado?

Ponto 1- Nenhuma religião pinta um retrato tão miserável e humilhante do homem quanto o Cristianismo.

C.S. Lewis realçou isso de forma interessante ao afirmar:

“Nenhum homem teria inventado uma fé que humilhasse tão profundamente o orgulho humano”.
— C.S. Lewis.

O Cristianismo apresenta uma visão singular sobre a condição humana: não somos essencialmente bons, nem autossuficientes, nem moralmente capazes de salvar-nos.

Agora repare: por que criaríamos uma fé que começa dizendo que somos autodestrutivos e que somos incapazes de salvar-nos ?

Por que o homem criaria uma fé que o rebaixa e fere seu orgulho?

Se alguém inventasse uma crença, o mais provável é que inventasse algo que o engrandecesse, não que o diminuísse.
Assim, se o Cristianismo fosse invenção humana, seria uma invenção contra o próprio inventor.

A fé Cristã ensina que Deus salva o homem, enquanto que religiões como o Islamismo, o Budismo e outras crenças, ensinam que o homem pode salvar a si mesmo.

À primeira vista, essas religiões parecem ferir o ego humano (ao exigirem disciplina, renúncia, desapego e rigor moral como o Cristianismo), contudo, paradoxalmente, acabam por engrandecer tal ego atribuindo ao indivíduo a capacidade de alcançar a salvação ou iluminação por mérito próprio.

O Cristianismo é a única fé que confronta nossa tendência natural à autossuficiência.
Nada nela favorece o orgulho humano.

Se tendencialmente o homem busca conforto, e não confrontação, autoexaltação, e não humilhação.
Assim, uma fé que lhe exige humildade e reconhecimento da própria insuficiência, dificilmente poderia ser sua obra.

Chesterton, vai ainda mais longe, ao declarar:

“O Cristianismo não é uma religião que o homem desejaria inventar, é uma religião que o homem desejaria evitar.”
— Chesterton.

Essa fé não massageia o ego humano.

Em outras religiões, o homem é visto, em última instância, como herói da sua história, e não como o vilão dela.
No Cristianismo, o homem é mau e perverso. A maldade não está fora, está dentro dele.

Nessa crença vemos o que nenhuma outra crença ousa afirmar: o fracasso moral do homem e sua incapacidade de redimir-se.

Essa fé não começa dizendo ao homem que ele é grandioso, mas que ele está perdido, que é miserável, depravado, injusto, pecador, fraco e incapaz.
Uma religião inventada para agradar ou conquistar seguidores dificilmente começaria com um diagnóstico tão humilhante.

Assim, o fato de o cristianismo ser tão contrário ao orgulho humano, não apenas o torna singular entre as religiões, mas também sugere a possibilidade de que sua origem não esteja no homem, mas em Deus.

Ponto 2- O Cristianismo é a única religião do Deus que busca o homem.

A fé cristã é singular, não apenas porque rebaixa o homem de forma humilhante. Ela também proclama que apesar do ser humano possuir uma essência perversa, ainda assim o Deus santo e puro se aproximou. Paradoxalmente esse Deus o desejou e o buscou. Esse é outro ponto sem paralelo com qualquer outra religião.

“As religiões do mundo são tentativas do homem de encontrar Deus, o Cristianismo é o próprio Deus que vem ao encontro do homem.”
— Blaise Pascal, filósofo, matemático e físico.

Em que outra religião é a própria divindade quem toma a iniciativa de buscar o ser humano, e não o ser humano por seus próprios esforços alcançar a divindade?

Repare que há um traço comum na maioria das religiões: todas representam, de alguma forma, uma tentativa humana de alcançar o divino, e não do divino alcançar o humano.

Desde as religiões antigas, era sempre o ser humano quem tomava a iniciativa de aproximar-se dos deuses por meio de rituais, oferendas e sacrifícios.

No entanto, Blaise Pascal observa algo singular no Cristianismo: é Deus quem toma a iniciativa de se revelar e buscar o homem.

“As religiões do mundo não se assemelham ao cristianismo tanto quanto se assemelham entre si. Todas dizem que a divindade deve ser buscada, apenas o cristianismo diz que a divindade veio nos buscar.”
— G.K. Chesterton.

Assim, enquanto outras religiões tentam construir pontes que liguem à terra ao céu, o Cristianismo proclama que o próprio “céu” desceu à terra.

Diante disso, você pode até não crer no Cristianismo, mas uma coisa é certa: é belo o que essa fé proclama.
O Deus Infinito batendo à porta do coração do finito, o Deus criador correndo atrás da criatura. O Deus sublime descendo os céus, degraus – um por um – pelo ser humano, é uma inversão da lógica religiosa natural.

Ponto 3 – O Cristianismo se distingue, antes de tudo, por basear-se em fatos históricos concretos, não apenas em princípios éticos ou até mitos simbólicos.

“A fé cristã está enraizada em eventos que podem ser examinados. Ela convida à investigação histórica, não ao mito.”
— F. F. Bruce, historiador do Novo Testamento.

Que outra religião possui um conjunto tão vasto e consistente de provas documentais e arqueológicas quanto o Cristianismo?
Que outra religião convida à investigação histórica quanto ela?

À exceção do Judaísmo (do qual o Cristianismo emerge historicamente), nenhuma outra religião convida à investigação histórica e aproxima-se minimamente ao peso avassalador de evidências documentais que sustentam o Cristianismo.

Na visão de Bruce, isso só a confere ainda mais credibilidade em relação às demais religiões do mundo.

Repare nisso: O Cristianismo não está baseiado apenas em ideias, mas em acontecimentos enraizados na história real e verificável.

Ele ancora suas afirmações centrais em eventos públicos: a encarnação, a crucificação e a ressurreição de Jesus de Nazaré.
Assim, caso se provasse que Cristo não nasceu, não morreu ou não ressuscitou, o edifício da fé cristã ruiria por completo.

Contudo, essa possibilidade existe justamente porque tais acontecimentos apresentam-se como historicamente investigáveis.
Portanto, a fé Cristã, diferente de muitas religiões, se coloca à prova e inegavelmente resiste a todas elas.

Quantos grandes estudiosos e grandes céticos após submetê-la à mais rigorosa investigação acabaram por render-se diante dela?
Sem dúvidas, nenhuma outra religião se mostra tão aberta e tão passível à investigação quanto o Cristianismo.

“Aceitei o Cristianismo porque ele suporta o exame racional.”
— Orígenes

Agora repare: como colocar à prova outras religiões se a maioria baseia-se em princípios éticos, experiências místicas e revelações inacessíveis à verificação histórica, e não em eventos públicos e verificáveis?

Assim, não é mais plausível apostar na veracidade de uma fé investigável ?

Vejamos: enquanto o Alcorão é apresentado como perfeito sem depender de confirmação histórica, à Bíblia se submete à crítica histórica, à arqueologia e ao testemunho público.

Assim, para Bruce e Orígenes, do ponto de vista racional, torna-se mais plausível apostar na veracidade da fé cristã do que em crenças cuja estrutura não permite à investigação.

Ponto 4 – O Judaísmo e o Islamismo rejeitam a ideia de que Deus possa se fazer homem. O Cristianismo, por sua vez, nasce da convicção de que Deus entrou na história na pessoa de Jesus Cristo.

“O que diferencia o Cristianismo não é que ele aponta o caminho, mas que o Caminho tornou-se pessoa e veio até nós.”
— Agostinho de Hipona

Enquanto algumas religiões rejeitam a ideia de um Deus encarnado, a crença que predomina na religião cristã é de que Deus se fez homem.

Esse Deus não contemplou o sofrimento do alto de uma eternidade intocada.
Mas entrou na história, vestiu a mortalidade, e experimentou a dor como cada ser humano.

Que outra religião ousou crer em algo tão desarmante?
Um Deus que, podendo permanecer intocado nos seus céus de ouro, prefere o caminho da cruz, da vulnerabilidade e do sofrimento.

E mais, enquanto outras religiões frequentemente apontam o caminho, no Cristianismo, Jesus é o caminho.

Repare nisso: Buda apontava o caminho, mas nunca se apresentou como o próprio caminho.
Maomé anunciava o caminho, mas nunca declarou ser o caminho.
Confúcio ensinava o caminho, mas nunca reivindicou ser o caminho.
Só Jesus declarou que é o caminho.

Sem contar que hoje todas essas figuras encontram-se em um túmulo. Somente o túmulo daquele que a fé Cristã anuncia que é o Filho de Deus permanece vazio, somente ele é proclamado vencedor da morte. Eis aqui mais uma diferença essencial.

Ponto 5 – O Cristianismo é a única religião do Criador que se permitiu crucificar pela própria criatura.

“No coração da fé cristã está a chocante afirmação de que o Criador do universo foi executado por suas próprias criaturas.”
— N.T. Wright.

Em qual outro credo existe a afirmação chocante de que o Criador do Universo se permitiu crucificar pela própria criatura?

O Cristianismo proclama algo sem paralelo na história das religiões:
o Criador se entregou aceitando ser rejeitado, humilhado e morto por aqueles que ele mesmo criou.

Uma contradição absoluta:
o Autor da vida morrendo pelas mãos da vida que criou.
Nenhuma outra religião propõe algo tão improvável, tão esteticamente subversivo.

Certamente o Cristianismo segue na direção oposta, e caminha na contramão das expectativas religiosas.

C. S Lewis, fascinado pela Fé Cristã, afirmou:

Se alguém inventasse uma religião, dificilmente criaria uma em que o próprio Deus se deixasse humilhar e morrer nas mãos de suas criaturas. Esse paradoxo é precisamente o sinal de sua autenticidade.
— C.S Lewis.

O Cristianismo proclama que Àquele que moldou as estrelas permitiu que as mãos humanas o pregassem numa cruz. Àquele que é revelado como o Sublime, o Todo-poderoso. Como pode isso?

É nessa perspectiva que C. S. Lewis sustenta que seria profundamente incoerente imaginar que alguém inventasse uma religião na qual a própria divindade se deixasse humilhar de forma violenta por criaturas que Ele mesmo trouxe à vida, e que tudo isso ocorra, paradoxalmente, por amor a elas.

Se o Cristianismo fosse mito, provavelmente teria poupado seu Deus da humilhação. Não seria mais coerente? Que religião apostaria tudo em um Deus crucificado, aparentemente derrotado em um madeiro?

Certamente ninguém apostaria sua credibilidade em um Messias crucificado.

O mais provável é que o inventor tivesse poupado seu Cristo do desprezo público, da injustiça do julgamento, do abandono e da morte agoniante na cruz.

C. S Lewis conclui:

“ A crucificação não é o tipo de coisa que alguém inventaria para tornar uma religião atraente”.
— C. S Lewis.

Para Lewis, a cruz é aquilo que torna o Cristianismo impossível de ser confundido com mito.
Naquela época ela não era símbolo de triunfo humano, mas de fracasso público, vergonha social e maldição religiosa.

Se o Cristianismo não fosse verdadeiro, qual seria a vantagem de criar deliberadamente uma história que humilha e enfraquece sua Pessoa central?

Isso não seria justamente um forte indício de sua autenticidade como sugeriu C.S Lewis?

Na cruz vemos um Deus justo sendo executado como criminoso, um advogado assumindo o lugar do réu, um Deus ofendido pagando a dívida do ofensor. Que crença ousaria declarar isso por mera invenção?

Ponto 6 – O Cristianismo é a única religião que apresenta um Deus crucificado vitorioso.

“O cristianismo é a única religião que ousou fazer de Deus um fracasso aparente.”
— G.K. Chesterton.

Qual mitologia apresenta um Deus crucificado, aparentemente derrotado – entretanto, paradoxalmente, vitorioso?

Que outra religião ousaria fazer de Deus, aquele que é o Todo- Poderoso um fracasso aparente?

Na visão de Chesterton, tudo aponta que a maior vitória da história aconteceu sob a aparência da mais completa derrota.
O madeiro que parecia derrota, vergonha pública, tornou-se o estandarte do triunfo.

Por isso, a cruz parece ser um forte indício da autenticidade do Cristianismo: muito provavelmente ninguém inventaria um Deus assim.

Na Religião Cristã, vemos um Deus que triunfa sendo humilhado.
Repare que os deuses das mitologias antigas venciam esmagando inimigos, o Deus do Cristianismo venceu deixando-se esmagar.

Seres humanos criam heróis atraentes, com capas ou armaduras gloriosas.
Que ser humano ousaria criar um herói improvável, sem capa ou armadura, apenas com uma coroa de espinhos e uma cruz?

Quem inventaria um herói que salva morrendo em um madeiro?

Assim, a pergunta: por que Jesus e não Buda ou Maomé?
Para G.K. Chesterton, e outros estudiosos, nem Buda ou Maomé foram heróis que morreram por nós. Nenhum deles foi o herói que morreu crucificado, e ainda assim acabando vitorioso, vencendo o mundo e consumando tudo.

Ponto 7 – O Cristianismo é a única religião do Deus que ama mesmo sendo rejeitado.

Existe, além do cristianismo, alguma religião cujo sistema doutrinário afirme que a própria divindade assumiu o castigo e a morte que não eram dele, e isso tudo por amor a pessoas que o desprezam?

“O Cristianismo é a única religião que apresenta um Deus que ama antes de ser amado.”
— Santo Tomás de Aquino

Para Tomás de Aquino, na fé cristã vemos um Deus que deseja antes de ser desejado e que ama sem receber isso de volta, algo que não se vê no Islamismo, Hinduísmo, Budismo, Sikhismo, Espiritismo, entre outras religiões.

E, dentre todos deuses mitológicos, só esse Deus fez-se sacrifício por seus inimigos.

Mas quem inventaria um Deus que morre por seus inimigos?

C.S Lewis afirma:

“Um Deus que morre por seus inimigos não é o tipo de Deus que os homens inventam.”
— C.S. Lewis

C.S. Lewis reforça que seria extremamente improvável que o homem inventasse um Deus que morre por seus inimigos, porque tal ideia vai na contramão da lógica humana.
À luz do nosso modo de pensar, isso seria o absurdo dos absurdos.

Além disso, em qual outra crença encontramos um deus que não exigiu sacrifício, mas que Ele mesmo se ofereceu como sacrifício?

Essa concepção é singular do Cristianismo.
Em nenhuma outra crença encontramos um Deus que, em vez de exigir sacrifício, torna-se Ele mesmo o sacrifício.

No Islamismo, por exemplo, Allah é absolutamente transcendente, não entra na história para sofrer ou morrer. A ideia de Deus se sacrificar seria vista como incompatível com sua majestade.

No Judaísmo, o sacrifício era feito pelo homem através de cordeiros e outros animais, e não pelo próprio Deus.

Somente o Cristianismo proclama que o próprio Deus é o Cordeiro, que ele é o sacrifício, e isso tudo por amor.

Ponto 8 – O Cristianismo é a única religião que anuncia que Deus ama o ser humano antes mesmo desse vir à existência.

Na fé cristã, não temos apenas a revelação de que Deus ama pessoas que o desprezam (o que já é impactante), mas também de que amou essas pessoas antes mesmo de elas terem existido.

“Deus não espera que o homem exista para amá-lo, Ele o ama desde toda a eternidade.”
– Karl Barth

Que outra religião proclama uma divindade que ama o ser humano antes mesmo desse vir ao mundo? Que outra crença apresenta tal nível de profundidade ?

Na teologia islâmica clássica, percebemos que Allah ama os que o obedecem, assim, o amor divino manifesta-se como consequência da submissão a vontade divina.

Já o Cristianismo, vai na contramão, Deus não ama porque existe reciprocidade, ama antes de qualquer ato do homem, inclusive antes do surgimento do mundo e do próprio surgimento do homem.

Que outra religião emana tal nível de profundidade?

Ponto 9 – O Cristianismo é a única religião que apresenta um Deus Paterno e íntimo.

“O Cristianismo é a única fé em que Deus não é apenas Senhor, mas também Pai.”
– Timothy Keller

Esse Deus revelado no Cristianismo não apenas se permitiu ser crucificado por pessoas que não merecem, como também decidiu torná-las sua família.

Em qual outra religião a relação com o Divino é tão ternamente filial, tão pessoal, e tão amorosa? Isso não encontramos em outras crenças.

Na fé cristã observamos uma ruptura no modo como sua Divindade é apresentada: É um Deus próximo, amoroso, que se relaciona, e que quer estar perto.

No Islamismo, Alá é grandioso, justo e misericordioso, mas não é declarado como Pai. A relação entre Alá e o homem é de servo e Senhor, não de filho e Pai. No Cristianismo, a revelação vai noutra direção. O ser humano não é apenas servo, mas filho.

Deslumbrado com a Paternidade do Deus do Cristianismo, Nouwen afirmou:

“Nenhum servo ousaria chamar seu senhor de pai, mas nós, pela graça, podemos levantar os olhos e dizer: Pai nosso.”
– Henri Nouwen

Assim, o Cristianismo anuncia um Deus que não é apenas um Rei ou Senhor, mas um Pai. Que não quer apenas uma obediência a regras, mas relacionamento.

Pode haver contraste mais sublime? Pode existir amor mais escandaloso? Que outro Deus morre pelos seus inimigos e chama de filhos os que o crucificaram?

Ponto 10 – Todas as outras religiões baseiam-se no mérito humano, só o Cristianismo basea-se na Graça Divina.

Na religião Cristã, o ser humano só é imerecidamente amado, salvo e feito filho de Deus por causa da graça. E essa graça não encontramos em nenhuma outra religião.

“A graça é o distintivo que separa o Cristianismo de qualquer religião inventada por homens.”
— Philip Yancey

Que outra religião ousa afirmar que a salvação é pela graça e não resultado do esforço ou mérito humano ou até da ascensão espiritual?

Para Yancey, isso separa o Cristianismo de qualquer outra religião, assim como também o separa da hipótese de invenção. Pois, como poderia uma consciência humana, tão inclinada ao orgulho, ao desempenho e à autossuficiência, inventar justamente a lógica da graça que quebra todas inclinações de mérito próprio?

Que homem, orientado pelo instinto natural do homem de “provar-se digno”, ousaria afirmar tal coisa?

A Fé Cristã deferente de outras religiões, pincela: não é sobre o que você faz, é sobre o que Cristo fez.

Em um mundo guiado pelo auto desempenho e pelo mérito, a graça irrompe como algo extremamente improvável. Por isso o Cristianismo soa como autêntico e não inventado.

Assim, portanto, diante de inumerosos contrastes, quem pode negar tamanha singularidade da fé Cristã ?

Quem, munido de verdadeira honestidade intelectual, poderia negar a distinção profunda do Cristianismo em relação a outras religiões ?

Uma fé que rebaixa o ser humano, que não teme à investigação, pelo contrário, está aberta a ela. Uma fé que apresenta um Deus que busca o homem antes mesmo que esse o possa sequer buscá-Lo. Uma religião que o Autor da vida permitiu que suas criaturas o matassem, e ainda assim declarou que fez isso voluntariamente e por amor. Uma crença que revela um Deus que trata por filhos os que outrora eram seus inimigos, que eleva a graça divina como meio de salvação e não o esforço humano. É certamente sem paralelo com qualquer outra religião.

Além disso, que ética religiosa pode ser comparada a ela? Qual outra religião diz-nos para amar os nossos inimigos, e orar pelos que nos perseguem?

Paralelamente, que outro deus amou os seus inimigos, e orou pelos que o crucificaram?

Que inversão de lógica é essa?

Diante de tudo isso, você pode até ser cético quanto a fé Cristã, mas em honestidade intelectual, torna-se cada vez mais árduo reduzi-la a uma simples invenção humana ou fechar os olhos à beleza que dela emana.

Sei que a humanidade sempre foi fértil em criar heróis dispostos a morrer pelos outros, mas, certamente jamais se tinha ouvido sobre um Deus que foi capaz de trocar seu trono pela cruz, e sua glória pela dor, e isso tudo por amor a pessoas que o desprezam.

No Cristianismo vemos um Deus Santo e justo que morre pelos culpados, que assume a vergonha, a humilhação pública e isso, paradoxalmente, por amor aos seus inimigos.

John Stott rendido a essa Fé afirmou com toda convicção:

“Nenhuma outra religião apresenta um Deus que se sacrifica pelas pessoas perversas. Esse é o centro absoluto do Cristianismo e sua evidência mais profunda de verdade.”
– John Stott

Comments (4)

  • Reply Anónimo - 5 de Janeiro, 2026

    Que tamanha profundidade!

    Somente o Cristianismo anuncia um Deus crucificado!

    Algo extremamente improvável de ser declarado como um simples mito.

  • Reply Anónimo - 5 de Janeiro, 2026

    Até arrepia.

  • Reply Anónimo - 5 de Janeiro, 2026

    Profundo!!! 🙏🏽

  • Reply Telma Fernandes - 5 de Janeiro, 2026

    Do crente ao ateu,ninguém explica Deus.Ou se duvida ou se acredita,mas ninguém explica Deus.

    Sua bondade e amor, ultrapassa todo o entendimento humano,e por mais pecadores que somos, aprendemos todos os dias com a morte de Jesus na cruz,que amar deve ser incondicionalmente independente de cada situação, porque para Deus nada é motivo suficiente para endurecer o coração,pois a simbologia de amor que ele mostra para nós na cruz,e maior que qualquer dor humana.

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